Cidadão Descomplicado
Política editorial
Atualizado em 2 de outubro de 2026
Todo artigo parte de fontes oficiais, diz de onde vem cada informação, é revisado por uma pessoa antes de ir ao ar e termina mostrando onde confirmar no órgão responsável. Usamos inteligência artificial para ajudar a pesquisar e escrever, mas nenhum texto é publicado sem essa revisão. Os anúncios não influenciam o que escrevemos.
1. Para quem escrevemos
Para quem precisa de um benefício, de um serviço do INSS ou de uma orientação sobre os seus direitos e não tem familiaridade com o assunto. A régua de todo texto é esta: uma pessoa de 60 anos, que nunca lidou com o tema, precisa conseguir ler sozinha e entender cada frase e o porquê de cada número.
Por isso explicamos todo termo técnico na primeira vez que ele aparece, não usamos sigla sem dizer o que ela significa e começamos cada artigo pela resposta, numa caixa de "Resposta rápida". Simples não quer dizer raso: partimos do princípio de que qualquer pessoa entende tudo o que é bem explicado e é capaz de decidir o que é melhor para ela.
2. As fontes
- Fonte oficial primeiro. Páginas dos ministérios, do INSS, da Caixa, do MEC e de outros órgãos públicos, leis e decretos publicados no Planalto. Notícias de veículos conhecidos entram para dar contexto ou quando trazem uma informação nova que o órgão ainda não publicou.
- Quando as fontes discordam, o órgão oficial vence. A divergência é mostrada no texto, no ponto em que o leitor lê o número, e não escondida no rodapé. Se a página oficial está claramente desatualizada (por exemplo, ainda mostra um valor que já foi reajustado), explicamos isso e indicamos onde conferir o valor certo.
- O que não tem fonte, não entra. Se não conseguimos confirmar uma informação numa fonte que tenha sido lida de verdade, ela sai do texto.
- Fontes visíveis. Todo artigo cita as fontes no começo e no fim, com links e com a data em que foram consultadas.
3. Como escrevemos
- Quem informou, dito na frase. Valores, prazos, regras e requisitos vêm com o órgão que os divulgou ("segundo o INSS", "pelo Código de Defesa do Consumidor"). O site não se apresenta como dono da regra.
- Sem promessa. Não escrevemos "você vai receber" nem "é garantido". Quem decide cada caso é o órgão responsável.
- Onde confirmar. Todo artigo tem a caixa "Confirme no canal oficial", com o site, o aplicativo, o telefone ou o atendimento presencial do órgão daquele assunto.
- Informação, não opinião. O site publica explicação e serviço. Não publica artigo de opinião. Relatamos as decisões e quem as tomou, sem avaliar governos, partidos ou candidatos.
- Sem sensacionalismo. Nada de título alarmista ("corre!", "vão cortar seu benefício") para atrair clique. O título diz o que o artigo responde.
4. O uso de inteligência artificial
Usamos ferramentas de inteligência artificial (IA) como apoio, porque elas ajudam a ler muitas páginas oficiais, organizar a informação e escrever com clareza. Elas não substituem a responsabilidade de quem publica.
- Revisão humana de 100% dos textos. Todo artigo, sem exceção, é lido e aprovado pelo editor antes de ir ao ar. Não publicamos nada só com conferência por amostragem. Se o editor pede um ajuste, o texto é refeito e volta para uma nova revisão.
- Na pesquisa, a IA ajuda a ler e comparar as páginas oficiais e as notícias. Toda informação que entra no texto precisa estar numa fonte citada; o que a ferramenta "sabe" sem fonte não é publicado.
- Na escrita, a IA ajuda a redigir seguindo as regras desta página. Uma checagem automática confere, antes da revisão do editor, se o texto tem as fontes, a caixa de confirmação e nenhuma promessa.
- Nas imagens, as capas dos artigos são ilustrações geradas por IA, num estilo de desenho que não se confunde com fotografia. Elas não retratam pessoas reais nem situações reais, não usam símbolos oficiais do governo e servem só para ilustrar o tema.
- Dados pessoais: não colocamos dados de leitores em ferramentas de IA. O site não pede nem guarda CPF, NIS ou qualquer documento (veja a Política de privacidade).
- Direitos autorais: não copiamos textos de outros sites. Usamos as fontes para confirmar os fatos e escrevemos o nosso próprio texto, sempre com o crédito e o link para quem publicou primeiro.
5. Atualizações e correções
- Atualização: regras e valores do governo mudam. Quando um artigo é revisto para acompanhar uma mudança, a data de atualização aparece no topo, ao lado da data de publicação.
- Correção, com destaque: quando um erro nosso é corrigido (uma data, um valor ou uma regra que estava errada), o artigo ganha uma nota de correção no fim, dizendo o que estava errado, o que foi corrigido e quando. Erro não é apagado em silêncio.
- Se você encontrar um erro, escreva para contato@cidadaodescomplicado.com.br com o endereço do artigo. Conferimos na fonte oficial e respondemos. Toda mensagem de leitor é lida, inclusive as críticas.
- Uma versão nova de um artigo já publicado passa pela mesma revisão humana antes de substituir a anterior.
6. Isenção, independência e anúncios
- O Cidadão Descomplicado é apartidário e laico, não aceita preconceito de nenhum tipo e trata todos os leitores com o mesmo respeito.
- É um site independente: não tem ligação com o governo, com o INSS, com a Caixa ou com qualquer banco, e não faz pedido de benefício em nome de ninguém.
- Sem comissão por indicação. Não recebemos dinheiro de banco, financeira ou loja para indicar cartão, empréstimo ou produto. Se um dia um link for pago ou render comissão, ele virá identificado como tal, no próprio texto.
- O site é mantido por anúncios do Google AdSense. Os anúncios não influenciam a escolha dos temas nem o que é escrito, e nenhum artigo é pago por empresa ou anunciante. Uma empresa que anuncia recebe o mesmo tratamento editorial que qualquer outra.
- Não indicamos serviço pago para fazer o que o cidadão pode fazer de graça nos canais oficiais.
7. Quem responde
O responsável pela revisão e pela publicação de todos os artigos é Jefferson Luiz, editor do Cidadão Descomplicado. Saiba mais em Quem somos.